A Justiça do Tocantins condenou o ex-vereador Genivaldo Mendes a 41 anos de prisão por encomendar a morte de uma técnica de enfermagem, que era companheira de sua ex-mulher. O crime foi motivado pela não aceitação do relacionamento homoafetivo entre elas. A decisão reforça o combate ao feminicídio e à violência por preconceito.
O ex-vereador Genivaldo Mendes foi condenado a 41 anos de prisão pelo assassinato de uma técnica de enfermagem em Tocantins. Segundo a Justiça, ele não aceitava o relacionamento homoafetivo que sua ex-companheira mantinha com a vítima, o que motivou o crime. O caso foi tratado como feminicídio, pois a vítima era mulher e o crime envolvia violência de gênero e discriminação.
A condenação ocorreu em agosto de 2026, e o réu também foi sentenciado por homicídio qualificado e motivo torpe. A decisão judicial destaca que o crime foi premeditado, com o ex-vereador encomendando a execução. A Justiça também considerou a orientação sexual da vítima como fator agravante, reforçando a proteção legal contra a discriminação.
Para o cidadão comum, essa decisão é um alerta sobre a gravidade do feminicídio e da violência motivada por preconceito. Ela mostra que o sistema judiciário está atento a crimes de ódio e que a lei pode punir severamente quem comete tais atos. Além disso, reforça a importância de denunciar qualquer forma de violência ou ameaça, especialmente em casos de relacionamentos abusivos ou de discriminação.
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